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[Atualizado] Tá, mas qual é o melhor? By Rafaell Reboredo <!--[if gte mso 9]> Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 <![endif]--><!--[if gte mso
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Em resposta à compra de 24 caças russos da Sukhoi por Hugo Chávez, o Brasil finalmente resolveu iniciar o plano de renovação de sua frota de caças. O plano já existe desde o mandato do
ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mas passou quase uma década adormecido. Entre os candidatos a compor a nova frota de combate aéreo do Brasil, a FAB selecionou três para uma
etapa final de avaliação. Entre eles estão o americano F-18 Super Hornet, o francês Rafale e o sueco Gripen NG, este último ainda em fase de testes. Mas, qual deles é o melhor? E, algum deles
faz frente ao nosso possível adversário venezuelano?
O F-18 Super Hornet

O F-18 é produzido pela Boeing e começou a ser utilizado em 1999 substituindo o F-14 Tomcat.
O Super Hornet é 20% maior em fuselagem de que seu antecessor (F/A-18C/D Hornet) possibilitando um maior carregamento de combustíveis e motores mais potentes (2GE 414). Pesa
três toneladas vazio e sete carregado, é 41% superior em alcance e 50% mais persistente em combate. Esta notável capacidade de sobrevivência é o seu ponto forte em relação ao antigo
Hornet. A US Navy resolveu não adotar um design totalmente stealth, apesar de incorporar muitas características desta tecnologia. Possui ainda a capacidade de guerra eletrônica avançada e uso de
armas stand-off, ou seja, armas de longo alcance como o Tomahawk e os mísseis JASSM, que anulam a necessidade do uso de uma tecnologia 100% stealth.

Míssil Tomahawk
Utiliza o radar APG-79, responsável pelo upgrade de 41% no alcance (agora de 180 km), células AESA fixas ao invés de varrimento mecânico do antigo Hornet, um processador COTS e novos
sistemas de alimentação de energia. Possui ainda módulos SAR em tempo real que possibilita a indicação de alvos para bombas teleguiadas por GPS, mais uma característica que dispensa o uso
integral de tecnologia stealth.
Quem já comprou?

F18 (Cockpit)
Em 2007 a Real Força Aérea Australiana comprou 24 Super Hornets para a substituição dos
antigos F-111. Um dos empecilhos que possivelmente impossibilitariam à adoção deste caça pela Força Aérea Brasileira é o veto do Congresso Americano à transferência de tecnologia e de
equipamentos sofisticados de ataque, apesar de que o vice-presidente da linha F18 da GSS da Boieng, Bob Gower, afirma que a transferência de tecnologia para FAB será total.
Custo: R$ 130 milhões

Ficha Técnica:
Comprimento: 18,38 m
Envergadura: 13,62 m
Altura: 4,88 m
Peso vazio: 13 274 kg
Peso máximo de decolagem: 29 940 kg
Velocidade máxima: 1,8 Mach
Alcance: 3700 km
Teto operacional: 15 240 m (50 000 pés)
Tipo de motor: 2 GE 414
Potência unitária: 97,86 kN (22 000 lbf)
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